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É possível diferenciar a verdadeira alegria da falsa alegria? O que é que define uma alegria autêntica e uma “alegria” fantasiosa? Qual é a diferença entre uma alegria de vida e uma “alegria” que é marcada no calendário, com hora para começar e terminar? O que seria uma alegria que nasce dentro do coração e outra “alegria” externa, que necessita de plumas e paetês, de carros alegóricos e de fantasias coloridas? O carnaval no Brasil, é uma das mais cruéis mobilizações populares, que promove e incentiva o disfarce da tristeza. Na quarta-feira, tudo se transforma em cinzas!

Em artigo, o Dr. Daniel Gilbert, professor de psicologia da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, que estuda a felicidade há mais de duas décadas, conceitua a sensação de bem-estar, declarando que: “É difícil dizer o que é, mas sei quando eu a vejo. É simplesmente se sentir bem”. A felicidade não é uma sensação externa, é um estado de êxtase, daqueles que se atingem nos momentos de extremo prazer. Estar feliz ou triste é um ir e vir. Um processo que também funciona como um momento para amadurecer, pensar e repensar as atitudes e os projetos”.

Uma recente pesquisa da revista “Church Report” revelou que as igrejas mais relevantes e influentes nos Estados Unidos se caracterizam pela verdadeira alegria. A Bíblia nos ensina: “Alegrai-vos sempre no Senhor, outra vez digo: Alegrai-vos!” (Filipenses 4:4).

A verdadeira alegria se caracteriza como um estado espiritual, fruto de uma real experiência de fé em Deus – A fonte de toda alegria.