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Conexão Oração – Vitor Hugo Mendes de Sá

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Conexão Oração – Vitor Hugo Mendes de Sá

Arquivos de Categoria: Uncategorized

DESCUBRA O PODER SOBRENATURAL

02 quarta-feira maio 2018

Posted by Vitor Hugo Mendes de Sá in Uncategorized

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Oração, Orando com Propósito, Oremos e ajudemos os que sofrem

A minha arma mais poderosa é a oração silenciosa. – D. L. Moody

Encontramos na Bíblia inúmeras referências sobre a oração. Descobrimos histórias de homens e mulheres que foram usados milagrosamente nas mãos de Deus, como resultado da prática da oração. Em nossos dias, o Senhor também tem usado homens e mulheres de oração, de modo extraordinário, que têm alcançado vitórias e experimentado bênçãos em suas vidas.

Oremos e ajudemos os que sofrem – “O que o SENHOR pede de ti: que  pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Miquéias 6:8).

(Livro: Orando Com Propósito – Vitor Hugo Sa)

ORAR COM O CORAÇÃO 

19 quinta-feira abr 2018

Posted by Vitor Hugo Mendes de Sá in Uncategorized

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Oração, Orai sem cessar, Orando com Propósito, Ore com propósito, Súplicas, Tempo de orar

“O Senhor diz: “Esse povo ora a mim com a boca e me louva com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. A religião que eles praticam não passa de doutrinas e ensinamentos humanos que eles só sabem repetir de cor” (Isaías 29:13 NTLH).

Quero desafiar você a orar com o coração. Nós temos vontade de orar, mas basta começarmos que nosso pensamento se dispersa. Imediatamente surgem lembranças de coisas a serem feitas, de pessoas que nos esperam, das conversas que tivemos e de tantas situações que nos esquecemos que estávamos orando.

Começamos a orar e paramos, desistimos e vamos fazer outras coisas.

Peçamos a Deus a capacidade de orar com todo os nossos sentidos.

Vamos sentir o gosto gostoso da oração, o cheiro suave da comunhão, ouçamos a voz de Deus, e percebamos o tato da mão divina em nossa cabeça assim nosso falar será ouvido por Ele. Oremos com o coração.

(Paulo Sória)

O BRASIL PRECISA DE MUITA ORAÇÃO

03 terça-feira abr 2018

Posted by Vitor Hugo Mendes de Sá in Uncategorized

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Brasil, Corrupção, Corruptos, Dinheiro Público, Educação, Governo, Lava Jato, Política Nacional, Saúde, Segurança, Supremo Tribunal Federal

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (II Crôn. 7:14).

O CERTO DE DEUS

01 quinta-feira mar 2018

Posted by Vitor Hugo Mendes de Sá in Uncategorized

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Angiomas carvenosos, AVC hemorrágico, Cavernomas, Cérebro, Certo, Certo de Deus, UTI

(Dra. Mariana Mendes de Sá)

Já perdi a conta de quantas vezes ouvi a expressão “vai dar tudo certo” de tantos queridos que me abraçam e demonstram carinho ao tomarem conhecimento da cirurgia a que serei submetida em alguns dias. Eu agradeço e digo “amém” em resposta, pensando: que o “certo” de Deus aconteça e a vontade dele se cumpra!

Hoje, o que eu sei é que o “certo” de Deus é que eu faça essa cirurgia visando a retirada de um dos 9 angiomas cavernosos (cavernomas) presentes no meu cérebro, que sangrou há 6 anos e tem crescido significativamente durante esse período. Não aceitar submeter-me a essa cirurgia mediante clara indicação divina para fazê-lo seria simplesmente desobedecer – e assim escolher não cumprir o “certo” de Deus.

O que acontecerá – ou não – depois da cirurgia eu não sei, mas posso afirmar categoricamente que hoje, obedecendo o orientar do Criador, a criatura que esse texto escreve de fato vivenciará o “certo” divino. Se o “vivenciar” representa vida ainda na Terra eu, simples criatura, não sei. É essa a minha vontade, apesar do anseio real e cada vez maior em encontrar-me com Cristo, meu Salvador? Sim! Eu ainda tenho sonhos e não sinto que o meu tempo aqui esteja tão próximo ao fim.

E por isso eu oro, juntamente a tantos outros que me conhecem ou não, pelo sucesso da cirurgia. Em relação a isso, uma nota à querida família em Cristo: quero que saibam que também tenho orado diariamente por vocês – que Deus os conceda em dobro o que pedem em favor de mim e da minha família.

Mas assim, ouvindo tantos queridos me dizerem, por vezes emocionados, que “vai dar tudo certo” passei a refletir sobre essa expressão, definindo a palavra “certo” como o seguinte acrônimo:

Cumprimento da vontade do Pai
Experiência de valor incalculável
Regeneração da fé
Transformação das prioridades
Obediência irrestrita

Agora sim posso dizer que tudo já deu certo e continuará dando:

1) Cumprimento da vontade do Pai

A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável (Rm. 12:2) e está se cumprindo, além dos caminhos dele, mais altos do que os nossos (Is 55:9) estamos trilhando.

2) Experiência de valor incalculável

Estamos vivendo uma experiência com Deus cujo valor não pode ser medido. E pode parecer estranho dizer, mas eu hoje afirmo com toda sinceridade: não trocaria essa experiência por nada! Digo isso porque tem sido a partir dela que humildemente tenho crescido, deixando para trás as coisas de menina (1 Co 13:11).

3) Regeneração da fé

Minha fé e a de muitos outros tem sido regenerada através do poder da oração quando percebemos que de nada temos controle. Afinal, o que dei primeiro a Deus, para que fosse recompensada (Rm. 11:35)? Mas ainda assim, Ele me perdoa quando a Ele clamo, ficando com seus olhos abertos e seus ouvidos atentos às minhas (nossas!) orações (2 Cr. 7:15).

4) Transformação das prioridades

Minhas prioridades são transformadas. “A dor é o megafone de Deus” (C.S. Lewis), e desde quando apresentei o AVC hemorrágico há 6 anos, quando Deus literalmente me obrigou a parar em uma UTI para escutá-lo, percebi que Ele não estava ocupando o primeiro lugar na minha vida. E assim, prioridades mudam, de forma que a cada convulsão que apresento desde então eu sou relembrada: “você é pó, mas eu te amo – busque primeiro ao meu Reino, e as demais coisas lhe serão acrescentadas” (Mt. 6:33). 

5) Obediência irrestrita

Finalmente, decidi obedecer irrestritamente para que, como Jesus orou antes de ser sacrificado por amor a nós, não seja como eu quero, mas como o Pai quer (Mt. 26:39).

Sendo assim, quero afirmar a poucos dias da cirurgia em que Deus vai operar a retirada deste cavernoma, que por tantas vezes denominei como o espinho que tenho na carne: Ele é Deus e Sua graça é tudo o que preciso, pois Seu poder é mais forte quando estou fraca (2 Co 12:9).

Finalmente, peço orações pelo meu marido e grande amor Joás, meus pais e maravilhosos conselheiros Vitor Hugo e Linéa, minha irmã e melhor amiga Juliana e seu esposo, meu querido cunhado Tiago. Tenho percebido que é fácil ser paciente nessas horas. Muito mais desafiador é estar, como eles estarão, na sala de espera.

Muito obrigada por estarem junto comigo nessa, escolhendo viver o difícil, mas inigualável CERTO do Pai. A Ele toda honra, glória e louvor hoje, durante a cirurgia e para todo o sempre. Amém!

EM TEMPO: 08/03/18
“Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre” (Salmos 136:1). Com alegria e gratidão a Deus, comunicamos que a Mariana teve ALTA do Hospital Beneficência Portuguesa em São Paulo, onde foi submetida a uma delicada cirurgia de cérebro. O neurocirurgião Profº Dr. Feres Chaddad e sua equipe foram grandemente usados por Deus, numa abençoada e bem-sucedida cirurgia de cabeça aberta de 11 horas de duração, resultando em mais de 40 pontos. Para os que tem solicitado os dados do Médico, por favor visite: www.fereschaddadneuro.com.br
Aproveitamos para registrar e agradecer a atenção e tratamento humano que nos foi prestado também, por todos os profissionais do Hospital. Como família, glorificamos a Deus e agradecemos as orações dos pastores, igrejas e irmãos, bem como a ajuda dos familiares, irmãos e amigos. Mariana, pela graça de Deus, não teve nenhuma sequela e agora, ao lado de seu esposo Joás Martins, prossegue no seu projeto de vida. Pedimos que continuem orando em agradecimento a Deus, suplicando o seu total restabelecimento. A Deus toda honra e toda glória e que Ele a todos abençoe ricamente!

O DIREITO DE NÃO CRER

09 sexta-feira fev 2018

Posted by Vitor Hugo Mendes de Sá in Uncategorized

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agnóstico, Ateísmo, Ateu, Capela Sistina, Carlos Drummond de Andrade, Christopher Hitchens, Machado de Assis, MIchelangelo, Paul Tillich, Richard Dawkins

Tenho um profundo respeito aos ateus. E logo explico por que.
Há, pelo menos, dois tipos de ateus. O declarado e o tímido.
Chamo de declarado aquele que confessa seu ateísmo com sobriedade serena — compreendendo as fraquezas humanas que levam alguém a crer na existência de Deus, e até convivendo de modo amistoso com amigos que demonstram tal falta de racionalidade lógica ou de equilíbrio realista diante da vida — e o ateu que se manifesta sempre com evidente sarcasmo ou atitude de confronto, no mais apurado estilo de Richard Dawkins e Christopher Hitchens.

O ateu tímido, quase envergonhado do próprio ateísmo, é o agnóstico, como
Machado de Assis e Carlos Drummond de Andrade, para ficar restrito à área da literatura brasileira. Na argumentação agnóstica, como se sabe, a questão da existência ou da inexistência de Deus não possui comprovações científicas. Por isso, não há como abordá-la a partir de elementos confiáveis para a razão. Trata-se de um tema extemporâneo e irrelevante em nossos dias, quando os fenômenos têm explicações suficientemente naturais para desvinculá-los do sobrenatural. Sendo assim, que cada um, ateu ou não ateu, siga seu caminho sem maiores importunações.

Convivi durante a infância e a adolescência com um divertido ateu: meu tio Otávio.
Chargista da Folha da Tarde, vespertino do Estadão na cidade de São Paulo, ele era um boêmio inveterado e, talvez por força da profissão de caricaturista, dono de um bom humor imbatível, pronto a fazer troça, responder com ironia e tecer considerações de pontiagudo escárnio sobre qualquer assunto. Costumava afirmar que não temia ser mandado para o inferno devido à sua incredulidade porque — citando-o literalmente — o céu é um lugar muito monótono.

O filósofo Comte-Sponville justificou o ateísmo que professava por achar que a
ideia de um Deus perfeitamente compassivo e amoroso, que perdoa o pecador de todos os seus pecados e ainda lhe concede vida eterna para além da morte, é boa demais para ser verdade. De qualquer modo, o índice de ateísmo no mundo continua crescendo. Uma das últimas pesquisas, realizada em 2014 pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, informa que 8.9% da população brasileira declara não crer em Deus. Por motivos diversos.

Agora voltemos à minha afirmação inicial: tenho profundo respeito aos ateus.
Em primeiro lugar, por uma questão de princípios. Acredito piamente no direito à
liberdade religiosa. Thomas Helwys, um dos primeiros líderes batistas na Inglaterra, anunciava que a liberdade religiosa se constituía na marca distintiva da modernidade. Por sua autonomia como indivíduo, o cidadão pode confessar o credo que desejar. Sem perseguições da parte do Estado. O princípio da liberdade religiosa estabelece a separação entre a Igreja e o Estado laico — expressão muito na moda hoje. Mas liberdade religiosa para crer em qualquer artigo de fé significa também liberdade para não crer ou não adotar nenhuma religião institucional. Liberdade do indivíduo para optar pelo ateísmo, se preferir. Sem que isso o transforme em um pária, numa aberração ou em um dessemelhante. Enfim, respeito profundamente os ateus porque são seres humanos livres para abraçar o ateísmo.

Em segundo lugar, respeito os ateus pela fé que professam. Uma fé admirável.
Se levarmos em consideração o pressuposto agnóstico, de que não há
considerações razoáveis a fazer em relação ao ser divino, concluímos que tanto a
afirmação quanto a negação da existência de Deus depende de uma iniciativa de fé. E é exatamente neste ponto que expresso meu respeito pelos ateus, pois só mesmo uma fé encorpada para propagar que tudo — universo, estrelas, planetas, montes,
florestas, oceanos, vida, organismos e inteligência humana — veio à existência de
maneira espontânea e aleatoriamente combinada.

Deus não é um objeto concreto para ser levado a um laboratório e examinado com
lâminas. Mas a fé é uma realidade factível. Pessoas creem. E pessoas vivem com
devoção a sua fé. Dessa maneira, em vez de falarmos sobre provas da existência de
Deus — como as cinco mencionadas por Aquino na Idade Média — é melhor
considerarmos os argumentos que levam pessoas a crer em sua existência. Teólogos costumam se referir aos argumentos ontológicos, cosmológicos, teleológicos e outros. Pessoas escolhem crer na existência de Deus à luz de argumentos como esses. E alguns escolhem não crer, por acharem que são argumentos inconsistentes.

A última palavra, entretanto, será sempre uma expressão de fé. Cremos que Deus
existe por causa disso, e disso, e disso. Ou não cremos que Deus existe devido a isso, a isso e a isso. As alegações finais são, inevitavelmente, uma opinião — e não uma comprovação peremptória e indiscutível — de um lado ou de outro. Ateus e crentes são muito mais parecidos do que aparentam. Nesse caso, ambos lançam mão da mesma ferramenta para elaborarem seus arrazoados. A ferramenta da fé. Para afirmar a existência de Deus é preciso fé. Para negá-la, é também preciso fé. Na ausência de provas finais e definitivas, a fé fala mais alto, como observou Paul Tillich: “a fé se justifica a si mesma e defende seu direito contra todos que a atacarem, porque ela só pode ser atacada em nome de uma outra fé — e este é o triunfo da dinâmica da fé: que toda negação da fé já e expressão de fé”.
Crer que há um Deus criador e que tudo se formou a partir de um ato divino, num
extenso processo de desenvolvimentos e evoluções, é uma declaração de fé admirável. Mas crer que não há um Deus criador e que tudo se formou ao longo de trilhões de anos, de modo voluntário e autodeterminante, é ainda mais admirável. É uma fé muito consistente e ardorosa, capaz de se posicionar acima do bom senso e da lógica mais simples da causa e efeito. Respeito os ateus que a professam.

(Autor: Carlos Novaes)

O PAÍS QUE EU NÃO QUERO

20 sábado jan 2018

Posted by Vitor Hugo Mendes de Sá in Uncategorized

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15 segundos de fama, Cenário nacional, Eleições, Globo, Ilusão, Institutos de pesquisas, Internautas, Mentira, Não se deixe enganar, País que eu Não quero, Pesquisas políticas, Política, Rede Globo, Redes sociais, Uso do povo, Vaidade, vídeos

Recebi, li, gostei, concordo e compartilho:

“A Globo está convocando a população a enviar vídeos de lugares bonitinhos ao fundo, no qual, você, arrumadinho, bem sorridente, deverá dizer sobre o “País que você quer“. E, assim, ela dá início a sua campanha política, cutucando os internautas a terem os seus 15 segundos de fama para montar a sua base, cheia de gente bonitinha em lugares bonitinhos. Que bonito, hein?

Peço aos vaidosos de plantão que não se deixem seduzir pelo chamamento à vaidade e façam muitos, mas muitos mesmo, muitos vídeos com o real cenário do que temos no momento, ou seja, lotem a caixa deles com as imagens dos hospitais falindo, suas filas, e todas mazelas que não deveriam existir, inclusive a de desempregados.

Mostrem o sucateamento da nossa polícia, de sua frota, dos seus equipamentos e armamento; A decadência do ensino e abandono das escolas. Mostrem as imagens dos arrastões, dos assaltos, de toda a falta de segurança que temos.

Mostrem as avenidas e ruas esburacadas, viadutos sem manutenção, ruas sem asfalto, iluminação, áreas alagadas, áreas em total abandono, esgoto a céu aberto, mendigos que povoam as ruas, preços exorbitantes, invasões de terras…  Enfim, tudo o que estamos vivendo, inclusive, o mau atendimento que temos daqueles que deveriam lembrar de que somos nós que pagamos o seu salário, é o mínimo que eles podem oferecer é a educação no trato com as pessoas.

Vamos inverter o tema para o “O país que eu NÃO quero” e manda ver nos vídeos. Se eles querem cenas bonitinhas para fazerem as suas matérias, que façam sozinhos. Se é para o povo ajudar, que seja para mostrar o que eles não querem ver.

Vamos mostrar o País que não queremos mais e que as mídias ajudaram a construir iludindo as massas. É hora de devolver!”

VAMOS VIRALIZAR ESTA MENSAGEM EM TODAS REDES SOCIAIS.

PREGANDO COM O CORAÇÃO PARTIDO

12 sexta-feira jan 2018

Posted by Vitor Hugo Mendes de Sá in Uncategorized

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adversidades, coração, Coração ferido, coração partido, coração sofrido, John Piper, pregação, Pregadores, Spurgeon

Recebi e compartilho, o importante texto, de autoria de John Piper, que serve para todos, mas principalmente para líderes, pregadores, pastores e aqueles que amam a pregação e exposição da Palavra de Deus. Ele que serviu durante mais de 33 anos no ministério pastoral e, tornou-se também, um destacado autor, escreveu o seguinte artigo:

“Todos enfrentam adversidades e precisam encontrar maneiras de perseverar através dos momentos difíceis da vida. Todos precisam se levantar e fazer café da manhã e lavar roupas e ir trabalhar e pagar as contas e disciplinar as crianças e continuar, de forma geral, com a vida, mesmo quando o coração está partido.

Mas com pastores é diferente – não totalmente diferente, mas diferente. O coração é o instrumento da nossa vocação. Spurgeon disse: “Nosso trabalho é mais do que mental – é o trabalho do coração, o trabalho do íntimo de nossa alma”. Então, quando nosso coração está partido, devemos trabalhar com um instrumento quebrado. Pregar é o nosso principal trabalho. E a pregação é um trabalho do coração, não apenas um trabalho mental.

Então, a questão para nós pastores não é apenas como continuamos a viver quando o casamento está insosso e uma criança fugiu e as contas não fecham e os bancos da igreja estão vazios e os amigos nos abandonaram. Para nós, a questão é mais do que como continuar a viver; é: como continuar a pregar? Sobreviver à adversidade é uma coisa; continuar a pregar, domingo após domingo, mês após mês, quando o coração está pesado é outra muito diferente.”

Creio que vale a pena refletir neste sentido, diante dos fatos, que tem acometido vários líderes, neste tempo, com o propósito de ajuda-los.

RETROSPECTIVA, EXPECTATIVA, PERSPECTIVA

28 quinta-feira dez 2017

Posted by Vitor Hugo Mendes de Sá in Uncategorized

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Ano novo, Expectativa, Perspectiva, Réveillon, Retrospectiva, Virada do Ano

O final de um ano e início de outro sempre nos oferece a oportunidade de refletirmos sobre as questões da vida. Isso também acontece todas as vezes que concluímos ou atingimos uma etapa em nossa história, quer seja nos estudos, na profissão ou na vida pessoal e familiar.

Neste tempo, é natural que venha à nossa mente, uma retrospectiva da vida, de todos os momentos e oportunidades; algumas que foram bem aproveitadas e outras que foram perdidas. Também, constatamos que várias situações ficaram para traz e não mais voltarão, e ainda descobrimos, que outros projetos poderemos continuar  dando prosseguimento a eles. pois os mesmos fazem parte de valores maiores em nosso viver.

O conceito etimológico da palavra Retrospectiva remete-nos para a língua latina e o seu vocábulo retrospicĕre, que significa: “observar para trás”. Ou seja, aquilo que tem em conta um desenvolvimento ou um trabalho que se tenha realizado no passado. Na verdade, nós, seres humanos, sempre pensamos e gostamos de recordar sobre os grandes desafios enfrentados, as conquistas alcançadas, as decisões acertadas, os milagres realizados, as lutas travadas e os esforços realizados. No processo da retrospectiva, também não podemos ignorar as fases difíceis, os problemas, as enfermidades, as decepções, os fracassos e os momentos tristes pelos quais passamos. Aprendemos e amadurecemos diante desses fatos da vida.

Na Expectativa, temos a oportunidade de observar os fatos presentes e ainda considerar novas possibilidades. Esta é a condição de quem ainda espera para que algo aconteça, baseando-se em probabilidades ou na sua possível efetivação. Traz consigo a ideia de um desejo intenso e refere-se à estimativa que ainda é possível que se concretize no presente, com base na esperança da vida. A expectativa ainda está na atmosfera do agora e do presente e pode ser comparada a uma “contagem regressiva”, como algo que ainda não aconteceu mas pode acontecer, se concentrando assim na esperança.

Quanto à Perspectiva, ela se refere ao futuro que pode ser considerado a curto, médio e longo prazo. Trata-se do modo através do qual alguma coisa é representada ou vista. Também é o modo como você concebe ou analisa uma situação específica; refere-se ao seu ponto de vista, aquilo que você consegue projetar e ver ao longe; aquilo que os olhos alcançam desde um certo lugar; a perspectiva nos deixa felizes e motivados. É aquilo que se percebe e pode ser visto com os olhos da fé, pois falando sobre a natureza da fé a Bíblia declara: “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem” (Hebreus 11:1).

A escolha é nossa sobre como encarar a vida, pois a vida é manifestação da graça de Deus que se renova a cada manhã e é a causa de não sermos consumidos. Portanto, viva a vida, aprendendo com o passado, investindo no presente e acreditando no futuro!

 

ORAI PELA PAZ EM ISRAEL

16 sábado dez 2017

Posted by Vitor Hugo Mendes de Sá in Uncategorized

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árabes, capital de Israel, escatologia, fim dos tempos, Israel, israelitas, muçulmanos, Oriente Médio, palestinos, Paz, profecias bíblicas, terra santa

(Texto extraído das considerações de Luiz Sayão – Fonte: Guiame)

Diante do reconhecimento de Jerusalém como Capital de Israel pelo presidente americano Donald Trump, muitas questões têm sido levantadas — uma delas é se a decisão é resultado de um cumprimento das profecias bíblicas a respeito do fim dos tempos.

Segundo o teólogo e hebraísta brasileiro Luiz Sayão, é um pouco cedo para “fazer afirmações escatológicas diante do reconhecimento dos EUA de Jerusalém”, conforme um texto publicado em seu Instagram na quarta-feira (13/12/17).

“Trata-se de um país aliado de Israel que formalizou uma realidade de 50 anos. Creio que Deus ama judeus e árabes. Mas, defendo o direito de Israel existir e me oponho ao terrorismo jihadista. O mundo muçulmano deve reconhecer Israel para que haja paz”, explica o pastor.

Nos últimos anos, Sayão tem realizado diversas viagens para Israel com grupos que têm o desejo de se aprofundar no conhecimento bíblico, histórico e arqueológico nas terras bíblicas. Em sua publicação, ele enumerou 8 motivos para os cristãos apoiarem a Terra Santa:

  1. Os judeus massacrados em um genocídio na Europa há duas gerações não possuem lugar seguro no mundo onde podem refugiar-se.
  2. Os judeus estão, em sua maioria, dispostos a negociar com árabes para uma solução pacífica no Oriente Médio.
  3. A terra de Israel possui os lugares mais importantes da fé monoteísta. Com o Estado de Israel, esses lugares são respeitados e abertos a todos, sem discriminação.
  4. Israel é uma democracia, com liberdade para árabes muçulmanos, minorias cristãs (árabes, gregos, armênios, etc), caucasianos, drusos e africanos refugiados.
  5. Israel é uma flor de cultura no Oriente Médio. Educação, ciência, progresso e desenvolvimento são palavras de ordem. São 12 vencedores de Prêmio Nobel em menos de 70 anos de existência.
  6. Os valores de Israel são os meus valores: diversidade, liberdade, democracia. Eu me identifico com isso.
  7. Há um abismo entre Israel e os seus vizinhos em termos de liberdades individuais, respeito à mulher e direitos humanos.
  8. Há um ódio irracional, incompreensível contra Israel e os judeus de modo geral. Eles são seres humanos, como os americanos, os alemães, os brasileiros, os árabes. Merecem respeito, sobrevivência e têm direito à defesa.

“Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam. Reine paz dentro de teus muros e prosperidade nos teus palácios” (Salmo 122:6,7).

 

Deus responde orações?

16 quinta-feira nov 2017

Posted by Vitor Hugo Mendes de Sá in Uncategorized

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Oração, Oração da Fé, Orando com Propósito, Orar, Respostas de oração

(Texto: Marilyn Adamson)

Você conhece alguém que realmente confia em Deus? Quando era atéia, uma grande amiga minha costumava me contar toda semana algo específico pelo que ela estava orando, na certeza de que Deus iria tomar providências. E toda semana eu costumava contemplar Deus agindo de maneira incomum para responder suas orações. Você sabe como é difícil para uma atéia observar fatos como esses, semana após semana? Depois de um certo tempo, dizer que não passava de “coincidências” se tornou um argumento muito fraco.

Então, por que Deus respondia as orações da minha amiga? A maior razão para isso é porque ela tinha um relacionamento íntimo com Ele, desejava segui-lo e, realmente ouvia o que Ele tinha a dizer. Em sua mente, Deus tinha o direito de dirigir sua vida e ela o fazia se sentir bem-vindo para fazer justamente isso! Quando ela orava por determinada coisa, era porque, de certa forma, se sentia muito confortável ao se achegar a Deus com suas necessidades, suas preocupações, ou qualquer assunto referente a sua vida. Além disso, estava convencida, pelo que lia na Bíblia, que Deus queria mesmo que ela descansasse nele assim.

Ela basicamente colocava em prática o que esta frase bíblica diz: “Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa de acordo com a sua vontade, ele nos ouve.” (1 João 5:14 ) “Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos e os seus ouvidos estão atentos à sua oração, mas a face do Senhor está contra os que praticam o mal.” (1 Pedro 3:12 )

Então, por que Deus nem sempre responde às orações de todos?

Pode ser porque nem todos tenham um relacionamento com Ele. Eles devem saber que Deus existe, devem até adorar a Deus de vez em quando. Mas esses que nunca parecem ter suas orações respondidas, provavelmente não desenvolveram um relacionamento com Deus. Além disso, eles nunca devem ter recebido de Deus perdão completo de seus pecados. “O que uma coisa tem a ver com a outra?”, você deve estar se perguntando. Aqui está a explicação: “Certamente, o braço do Senhor não está encolhido para salvar, nem seu ouvido fechado para ouvir. Mas suas iniqüidades separaram vocês de Deus. Seus pecados esconderam a face dele de vocês, então ele não os irá ouvir.” (Isaías 59:12)

É muito natural sentir essa separação de Deus. Quando as pessoas se voltam para Ele a fim de colocá-lo a par de algo, ou para pedir algo, o que geralmente elas fazem? Começam dizendo: “Deus, eu realmente preciso da tua ajuda neste problema…”. E aí há uma pausa, seguida de: “Eu sei que não sou uma pessoa perfeita, que realmente não tenho direito nenhum de te pedir isso…”. Existe um conhecimento pessoal de pecados e fracassos. E a pessoa sabe que Deus está ciente disso também. Há uma noção de: “Com quem penso que estou brincando?”. O que eles não devem saber é como podem receber o perdão de Deus por todos os seus pecados e como podem desenvolver um relacionamento pessoal com Deus, para que então Ele possa ouvi-los. Este é o fundamento básico para que Deus responda suas orações.

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