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Conexão Oração – Vitor Hugo Mendes de Sá

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Conexão Oração – Vitor Hugo Mendes de Sá

Arquivos da Tag: Fé e Ciência

ORAÇÃO DE INÍCIO DO ANO

02 sábado jan 2021

Posted by Vitor Hugo Mendes de Sá in Uncategorized

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Abençoado Ano 2021, Até aqui nos ajudou o Senhor, Ciência, Covid, Cuidados Médicos, Ebenézer, Esperança, Familiares, Fé Cristã, Fé e Ciência, Feliz Ano Novo, Lágrimas, Lutas, Pandemia, Perdas, Pesquisas, Vitórias

“Tomou, então, Samuel uma pedra, e a pôs entre Mispa e Sem, e lhe chamou Ebenézer, e disse: Até aqui nos ajudou o SENHOR.” (1 Samuel 7:12)

Ministrei no penúltimo dia do ano, sobre o tema versículo acima, e, logo em seguida, recebi uma mensagem de um querido irmão em que ele dizia: “A vida é a maior dádiva que Deus nos concedeu. Fomos escolhidos, amados e cuidados pelo Senhor. Passamos por muitas situações: Choramos e sofremos, mas também sorrimos, vibramos e nos alegramos. Tudo isso é possível porque estamos vivos. Chegamos até aqui e muitas conquistas nos aguardam no futuro. Hoje queremos agradecer pelo dom maravilhoso da vida. Graças te rendemos, Senhor Jesus! Feliz ano novo!

A nossa oração neste inicio de ano de 2021, deve ser de louvor a Deus pois, por sua infinita graça e misericórdia. Rogamos que Deus continue conosco durante todo este novo ano. Oramos para que o Senhor dê sabedoria aos cientistas, pesquisadores, médicos e equipes de saúde. Que Deus conceda discernimento às autoridades mundiais para que possam administrar esta pandemia de uma forma menos política e mais humana. Que Deus nos conceda sabedoria do alto, como Igreja de Jesus Cristo, para que continuemos com fé, realizando a sua obra, sem descuidar do protocolo e do cuidado uns com os outros, mas também, sem desvalorizar a fé e a esperança, que somente a mensagem da Bíblia tem para nos alentar e encorajar diante desta crise mundial. Rogamos o conforto dos céus, para as famílias que perderam e estão perdendo seus queridos, nesta pandemia. Que sejam consolados pelo Espírito Santo de Deus.

“Pensem bem naquele que suportou tal oposição dos pecadores contra si mesmo, para que vocês não se cansem nem desanimem.”(Hebreus 12:3). SIGAMOS OLHADO PARA CRISTO. ABENÇOADO 2021.

EXTREMOS NA VIDA DO LÍDER

06 quinta-feira set 2018

Posted by Vitor Hugo Mendes de Sá in Uncategorized

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Ativismo, Fé e Ciência, Isolamento, Prevenção, Resiliência, Saúde Mental, Setembro Amarelo, Sindrome de Burnout, Solidão, Suicídio

A Síndrome de Burnout é outra ponta do que geralmente se incentiva muito hoje, que é a resiliência, isto é, a capacidade de absorver os impactos da vida e do trabalho. Em geral, líderes e executivos são avaliados pelo nível de resistência a crises, volume de compromissos, capacidade de “se levantar” depois de situações extremas. Isso é resiliência. O que não se tem mencionado é que o outro lado ou “ponta” disso é a Síndrome de Burnout, em que a pessoa chega a um estado elevado de desgaste com recuperação bem complexa, uma vez que o volume do “estoque” de energia pessoal começa a entrar em colapso.

Dentre os diversos mecanismos do nosso corpo, os especialistas da área de saúde mental explicam que, do ponto de vista clínico, durante momentos de elevada atividade e estresse, entre outras ações, o nosso cérebro estimula a produção de adrenalina e envia instruções para as nossas glândulas suprarrenais, para que produzam cortisol e consigamos “dar conta” da tensão e pressão. Com adrenalina e cortisol na corrente sanguínea há aumento do ritmo cardíaco, da pressão arterial, produção de ácido no estômago, etc., o que pode nos prejudicar. Para evitar isso, o cérebro equilibra, com a estimulação da produção de substâncias chamadas de opioides, da classe dos opiáceos, com atuação psicoativa, promovendo a insensibilidade à dor (analgesia) e permitindo que continuemos a enfrentar as pressões, tensões ou situações de emergência. Daí uma pessoa, depois de um acidente de carro, conseguir ajudar muitas pessoas e, ao fim, ela própria acaba decaindo ou desmaiando, pois há um limite em que o corpo produz essas substâncias.

O risco está no fato de que quando estamos submetidos continuamente a estados de pressão, estresse ou mesmo volume excessivo de atividades sem o devido repouso para que haja reposição na rede neural pela plasticidade cerebral, poderemos entrar em estado de desgaste elevado, gerando o Burnout. Deus, o Criador, dotou-nos destes recursos, mas, muitas vezes, poderemos avançar além do próprio limite da nossa natureza e promover desgastes não apenas físicos, mas também neurológicos, mentais, emocionais e também espirituais. Dentro das “especificações” que Deus estabeleceu para a natureza e vida humana temos o repouso, o descanso. Não há como recuperar energia mental e emocional sem isso. Então, o que se está fazendo com executivos, líderes e até mesmo pastores, vai além do que o próprio Criador estabeleceu para a nossa natureza. O pior é quando o próprio líder não segue esses limites, imaginando que tem energias suficientes.

Em geral, quando se percebe o estrago, a situação já está em nível avançado. Então, esse cuidado faz parte de decisão preventiva para a manutenção da vida e sucesso futuro do líder. Manter-se ocupado é o mal do século, mas desconsidera as especificações da natureza que Deus estabeleceu. Depois de intensa atividade, Jesus faz um apelo aos discípulos “Vinde repousar um pouco, à parte, num lugar deserto (…)” (Mc 6.31) No campo da Somatoética (ética do corpo) do Novo Testamento, o nosso corpo é o santuário de Deus, portanto, devemos cuidar dele como gestores da nossa saúde, não apenas espiritual, mas também mental, emocional e física. Isso significa gerir o que entra em nossa mente (Filipenses 4.8), que também irá contribuir para a nossa estrutura mental, afetiva e mesmo relacional. Também gerir o nosso tempo e prioridades (Efésios 5.16). Isso vai mais longe, pois aos líderes da Igreja, Paulo indica a necessidade, entre as características naturais da liderança, de cuidar da sua família (I Timóteo 3.4-5). Aliás, o próprio apóstolo nos apresenta a escala de prioridades que Deus tem para o nosso bem-estar – eu e Deus, eu e meu matrimônio, eu e minha família, daí é que venho eu e o meu trabalho (incluindo o ministério). Depois disso, estamos preparados e com saúde total para a batalha espiritual (Efésios 5.16-6.20).

Pena que há pastores e líderes de outras profissões que colocam o trabalho em primeiro lugar em relação ao matrimônio, à família e até mesmo em relação à sua própria saúde. Os resultados disso têm sido desastrosos, mesmo porque esse estilo desconsidera tais princípios bíblicos. Assim, ter sucesso no ministério ou profissional, mas fracasso na saúde, no matrimônio e na família, é contraditório, não é exemplar e nos desvia da alegria de Deus. Ainda mais, os dois grandes mandamentos (Marcos 12.28ss), são retratados em três níveis de relacionamento – e nesta ordem – amar a Deus sobre tudo, a mim mesmo e ao próximo como a mim mesmo (amor reflexivo). O amor a mim mesmo aqui não é algo ligado ao egoísmo, mas ao cuidado da nossa identidade, autoimagem, de tudo o que somos.

Projetaremos a nossa imagem no relacionamento com nosso próximo (Romanos 12.3). Isso também é saúde – a relacional – que refletirá também em nossa própria saúde, por isso, é o amor reflexivo. Desrespeitando os princípios da natureza, que Deus mesmo estabeleceu, trazemos consequências danosas para a nossa saúde em vários sentidos. Para o líder, seja no ministério ou não, estar pronto para os diversos desafios torna-se imperativo e o cuidar de si mesmo é prioritário dentro da escala de prioridades que Deus estabeleceu para nossa vida. Isso tudo nos levará ao estado de prontidão, discernimento, de modo a nos preparar para defrontar os diversos dilemas e desafios do processo diário da liderança, com resiliência e elevados índices de sucesso.

(Autor: Prof. Lourenço Stelio Rega)

Um Testemunho Pessoal

14 sábado dez 2013

Posted by Vitor Hugo Mendes de Sá in Uncategorized

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Deus, Deus de Milagres, Fé e Ciência, Saúde, Testemunho, Vida, Vida Espiritual

4501-018A todos familiares, amigos, irmãos, conhecidos e desconhecidos que, estando perto ou longe, me têm sustentado em oração ultimamente, eis meu relato pessoal do que comigo tem acontecido nos últimos 10 dias:

Sou conhecida por muitos como uma menina de fé. Em diversas situações, desde criança, sou apontada como aquela que tem hábito e prazer na leitura da Bíblia e proximidade com Deus. Não é raro me enxergarem como alguém que tem plena convicção daquilo em que crê e da certeza do poder de sua fé em Deus.

Isso tudo foi constante verdade em minha vida, intensificando-se ainda mais quando tive pela primeira vez um sangramento no maior dos cavernomas no meu cérebro, o que me deixou em coma por uma semana e quando Deus me trouxe de volta sem sequela alguma apesar das circunstâncias contrárias. Através dessa experiência senti Deus de forma incrível muito perto de mim, respondendo minhas orações de maneira literalmente divina.

O tempo passou, e a minha humanidade voltou à tona. E eu, Mariana, a ela dei ouvidos. Aos poucos deixei a Medicina humana que eu estudo tomar o lugar da minha fé no Médico dos médicos. Desde meu AVC em 2011, apesar de várias medicações já testadas, ainda não estava livre de crises convulsivas parciais, que continuavam a me abater com certa frequência. Sobre isso, no fundo, eu já tinha desistido. Continuava me medicando, mas entendendo que, para o resto da vida, em média a cada duas semanas, Deus não iria impedir que  por alguns segundos eu tivesse uma crise convulsiva.

Até que dia 02/12/13 chegou. Estava no hospital em minhas atividades diárias como interna do curso de Medicina, quando tive uma das minhas indesejáveis crises em pleno corredor do hospital, enquanto conversava com colegas. Deitei-me no chão, e prontamente me acudiram. Depois de algum tempo, fui relembrada por um dos neurocirurgiões que encarecidamente foi me ver, que seria interessante repensar a possibilidade, com outros profissionais mundo a fora, de fazer a perigosa cirurgia para retirada do cavernoma que sangrou dois anos antes.

Cheguei em casa abalada. Há algum tempo não tinha uma crise tão prolongada, e há muito tempo não pensava de forma tão intensa sobre a retirada do maior dos meus cavernomas. Decidi descansar um pouco, e mais tarde ir à academia com minha colega. Apesar de sentir um pouco de dor de cabeça, eu, teimosa, tomei uma novalgina e para a academia fui. Para minha supresa, ali mais uma crise convulsiva me abateu durante um dos exercícios. Não terminei a sequência e voltei para casa, já irritada, e estranhando o que estava acontecendo comigo. Cheguei em casa sozinha. Tranquei a porta. Já sabia que só queria fazer uma coisa. Brigar. Só com uma pessoa: Deus.

Foi o que fiz. Nunca, em toda minha vida, orei de forma tão sincera. O que disse a Deus só precisa ficar entre eu e Ele, mas foi a verbalização do que eu sentia: a frustração de crer em um Deus que parecia estar cada vez mais longe de mim (ou, preciso confessar, de quem eu estava cada vez mais longe). Perdi a energia da conversa calorosa com Deus quando, de novo, convulsionei. Desisti. Deitei, e ali fiquei, a espera dos meus pais, que em breve provavelmente chegariam em casa.

Quando em casa eles chegaram, já tinha perdido a conta de quantas vezes eu tinha convulsionado. Na minha cabeça, só uma idéia, por mais contraditória que possa hoje parecer, era constante: sangrei de novo, e dessa vez, estou sozinha. Quando meus pais viram meu estado, já trêmula, pálida e sem conseguir falar direito, sugeriram que fôssemos para o hospital e eu, sem titubear, pela primeira vez, concordei. Ali, submeteram-me a novos exames de imagem, sobre os quais alguns médicos indicavam como apresentando novos sangramentos e outros não. Ao relatar o caso a alguns profissionais tanto de Belém quanto do Rio e inicialmente observar-se a possível indicação cirúrgica, decidimos ir ao Rio ser acompanhada pela equipe que já conhecia meu caso, desde a ocorrência do meu AVC, há dois anos.

Entenda: até aqui, eu, Mariana, me fundamentava na minha Medicina. Cheguei no Rio. Fui, direto, do aeroporto, para a UTI. Era isso o que a Medicina humana indicava. Ali fiquei alguns dias, a espera da decisão médica final. Enquanto isso, decidi estudar. Recorri à internet no meu celular, e comecei a ler inúmeros estudos científicos já realizados sobre procedimentos cirúrgicos que visam retirada de cavernomas em localizações delicadas. Lia, lia, lia; aprendia, aprendia, aprendia; não tinha paz. Sabia as sérias consequências que poderiam resultar da cirurgia a que seria submetida mas, da mesma forma, temia tantas outras que poderiam advir de outro sangramento, caso surgisse. E no meio disso tudo, me sentia só, longe do único que antes tão perto de mim esteve. Mal sabia eu que tudo o que estava naquele momento experimentando era por Ele mesmo planejado para responder a oração que fiz de forma tão sincera alguns dias antes.

Foi então que, finalmente, decidi me entregar. Recorri à palavra do Criador. Li e cri que “o justo viverá pela fé.” e “ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem”. Como muitos sabem, registro o que oro. Aqui está parte da minha oração naquele dia: “Pai, dá-me mais fé, eu preciso de Ti nesta hora. Desse assunto eu quero tratar agora especificamente contigo. Abri mão dos jornais médicos, de opiniões diversas e da inteligência humana. É a Tua voz que quero ouvir e obedecer. Só a Ti. Tu me criaste e me conheces por inteiro. Faze-me entender se, pela fé, devo entrar naquele centro cirúrgico! Orienta o encontro dos médicos amanhã… que o Senhor seja o presidente daquela reunião, e que o veredito final seja seu.”

No dia seguinte, o veredito final foi dado por Deus. Finalmente identificou-se que não houve sangramento, e pude sair da UTI, ficando por mais alguns dias no hospital para ajuste medicamentoso. Deus me ensinou que a Medicina em que eu creio traz muitos benefícios, mas não pode ser a minha única fonte de confiança. A Medicina que eu estudo é linda e muito necessária, mas não pode ser considerada a última esperança. Quando eu apenas  nela confiei, senti-me sozinha e com medo. Quando finalmente me rendi ao Supremo Doutor, Ele esclareceu aos médicos humanos as dúvidas que ainda persistiam.

O que aconteceu foram inúmeras crises decorrentes de medicação anticonvulsivante insuficiente que precisaria ser reajustada. Luto com esse reajuste há dois anos, e espero dessa vez conseguir alcançá-lo. Em todo esse contexto, em muito devo agradecer a vocês por me sustentarem em oração de forma tão maravilhosa. Palavras não podem expressar o quanto meu coração gostaria de verbalizar a cada um de vocês, que tem feito real diferença na minha VIDA. É VIDA o que eu tenho experimentado, e grande parte disso é em resposta às suas orações. Muito obrigada. Do fundo do meu pequeno coração, muito obrigada. A vida que eu vivo Deus me deu por misericórdia a mim, apesar de quem sou, mas também porque ouviu às orações de vocês. Grata sou!

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